COM QUEM VOCÊ SE SENTE MAIS SEGURO?

O CORRETOR PROFISSIONAL DE SEGUROS O GERENTE DE BANCO
Trabalha para o segurado. Trabalha para o banco.
É um técnico especializado. Não é técnico no assunto.
É legalmente responsável
pela defesa dos interesses
do Segurado.
É responsável
pelo cumprimento das metas
do Banco.
Define um Contrato de Seguro
que atende as necessidades
específicas do segurado.
Comercializa um produto
“simplificado”
Coloca o Segurado
em primeiro lugar.
Coloca os interesses do Banco
em primeiro lugar.
Atende rápido quando o Segurado
precisa de informações e soluções.
Não tem informações.
Está sempre
a serviço do Segurado.
Está sempre
a serviço do Banco.




QUEM É QUEM NO MERCADO DE SEGUROS

O mercado brasileiro de seguros privados evoluiu, desde o tempo da Companhia Boa Fé.
Conta hoje com diversas instituições, criadas para planejar, organizar, regulamentar e fiscalizar suas atividades. Quem ganha com isso é o próprio mercado e seus clientes, claro.

- Veja quais são essas instituições:
  • SISTEMA NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS (SNSP) – Formado pelo Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP); pela Superintendência de Seguros Privados (SUSEP); pelo Instituto de Resseguros do Brasil (IRB), e pelas Companhias Seguradoras e Corretores de Seguros.

  • CONSELHO NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS (CNSP) – Entidade que determina a política do mercado segurador; regula normas e a fiscalização das atividades do setor; define as características gerais dos contratos de seguros; disciplina a corretagem de seguros e a profissão de corretor.

  • INSTITUTO DE RESSEGUROS DO BRASIL (IRB) – RESSEGURADOR – É a sociedade de Seguros que assume uma parcela dos riscos de uma seguradora. A Seguradora se torna parcialmente segurada do Ressegurador.

  • SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS (SUSEP) – responsável pela execução da política traçada pelo Conselho Nacional Seguros Privados (CNSP) e pela fiscalização do cumprimento das normas estabelecidas, por parte das companhias seguradoras e corretores.

  • FUNADAÇÃO ESCOLA NACIONAL DE SEGUROS (FUNENSEG) – Fundada em 1971, esta instituição tem como atribuições o ensino do seguro e a divulgação institucional do mercado segurador. A FUNENSEG é responsável pela habilitação dos corretores de seguros em todo o país, além de organizar cursos, debates e estudos, objetivando o desenvolvimento do setor e de seus profissionais.

  • AS COMPANHIAS SEGURADORAS – São os agentes da política traçada pelo Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) para o mercado. Conforme as determinações do Conselho, as Seguradoras não podem atuar em qualquer outro ramo do comércio ou indústria; não podem assumir responsabilidades que ultrapassem seus limites técnicos (legais), além de serem obrigadas a manter provisões técnicas (recursos financeiros em reserva) e fundos especiais, para diversas finalidades. As Seguradoras se fazem representar por Sindicatos Estaduais, que se congregam na FENASEG – ( Federação Nacional das Empresas de Seguros Privados e de Capitalização).

  • OS CORRETORES DE SEGUROS – São também representados por Sindicatos Estaduais que, por sua vez, se congregam em uma Federação Nacional de Corretores de Seguros, Capitalização e de Previdência – (FENACOR).
SE A VIDA É UMA AVENTURA, NEM POR ISSO VOÇÊ PRECISA CORRER PERIGO.

A idéia do seguro é uma das criações mais brilhantes da mente humana.
Pense só: você pode investir hoje e garantir sua segurança contra todos os riscos – hoje, amanhã e lá no futuro.

O seguro protege sua vida, sua saúde, seus familiares, seus bens, e, garante cobertura contra qualquer imprevisto que resulte em danos pessoais ou prejuízos materiais. Pense no que essa idéia representa em tranqüilidade e bem-estar no seu dia-a-dia.
A mesma segurança e tranqüilidade que já fazem parte (há muito tempo!) do cotidiano dos países desenvolvidos. Só que isso não aconteceu da noite para o dia. Vamos dar um pulo ao passado e ver como as coisas “rolaram”?

A consciência da necessidade do seguro já estava presente na Roma Imperial. Na época, as autoridades públicas se tornaram fiadoras de riscos, responsabilizando-se pelo reembolso das perdas dos navios de armadores e mercadores.

Quando o pré-capitalismo começou a florescer, no século XIII, os antigos servos feudais trocaram essa condição opressiva pelo trabalho – com salário! – nas novas manufaturas. A navegação tomou impulso: era a véspera dos grandes descobrimentos. Então, empresários e navegadores de visão perceberam a importância de proteger os bens transportados – contra todos os riscos. Foi aí que nasceu o seguro: quem cruzava os mares para fazer negócios não podia dispensar essa proteção inteligente.

A primeira sociedade seguradora foi criada em Gênova, em 1424, exatamente para dar garantias de transportes, tanto em mar como em terra. Mesmo assim não continuou sendo fácil vender a idéia de que segurar é preciso. Muita gente ainda considerava o seguro como uma espécie de “jogo de azar”, uma “aposta na má sorte”. Azar? Pois sim. Sorte de quem tinha seguro!

Em 1600, a rainha Elizabeth I promulgou Ato da Corte de Seguros, que autorizava atividade seguradora e incentivava o desenvolvimento profissional dos corretores de seguros. Os profissionais de seguros marítimo passam a reunir-se no estabelecimento chamado Lloyds Coffee Shop. Em 1661, surge o jornal Lloyds News, relatório de entradas e saídas de navios nos portos do mundo. Esse foi o começo das sociedades seguradoras da Corte Real, chamadas Lloyds, que foram reconhecidas em 1720. Essas tradicionalíssimas sociedades existem até hoje.

Em 1666, o grande incêndio de Londres abalou o sangue-frio dos ingleses. Os seguradores perceberam que faltava um bom seguro para cobrir os prejuízos causados pelo fogo. Em 1667, as autoridades londrinas abrem um “escritório de incêndios” (origem do Corpo de Bombeiros de Londres), e compram as primeiras bombas d’água. Em 1684, a Friendly Societty Fire Office estabelece seus estatutos e torna-se a primeiríssima seguradora contra incêndios.

Enquanto isso, no Brasil Colônia... O Brasil colônia não tinha direitos. Só proibições: nada de indústria, nada de metalurgia, nada de tecelagem, nada de jornal nem ensino superior. Era obrigatório comprar tudo de Portugal. Estudar? Só “lá fora”. As coisas só começaram a mudar em 1808, quando a família real portuguesa transferiu-se para o Brasil, fugindo da invasão do exército francês.

D. João VI permitiu a instalação de indústrias e abriu o país para o comércio internacional, com seu Ato de Abertura dos Portos. Já em 1808 nasce a primeira empresa seguradora do Brasil: a Companhia de Seguros Boa Fé, que era regida pela Casa de Seguros de Lisboa, ambas praticando as mesmas normas comerciais vigentes na Europa. Foi o nosso primeiro sopro de modernidade: o Brasil já tinha seguro, igual ao império inglês e às potências européias.

O tempo não pára. E assim, mais de um século se passou. Em 1966, o governo promoveu uma verdadeira reformulação nos seguros do País. Foi quando, através do Decreto-Lei Nº 73, ficou regulamentado o Sistema Nacional de Seguros Privados. O objetivo básico era ampliar o mercado, com a instituição de seguros obrigatórios, como os de Danos Pessoais Provocados por Veículos Automotores (DPVAT).

Com a reconquista da democracia, nos anos 80, foi instalada uma Assembléia Nacional Constituinte, que organizou, redigiu e promulgou nossa novíssima Constituição da república, em 05 de outubro de 1988. A nova Carta manteve o Sistema Nacional de Seguros Privados e alterou alguns princípios, que ainda precisam de leis complementares.

VIVER SEGURO NÃO CUSTA CARO. MAS O PREÇO DA INSEGURANÇA É INCALCULÁVEL.

Quando uma idéia é boa, ela pega para valer, mesmo que demore algum tempo. Hoje, os países desenvolvidos têm certeza de que é impossível viver, e trabalhar, sem a proteção de um bom seguro. Os norte-americanos, por exemplo, aplicam em média US$ 1.250 por ano em seguros. Em comparação, cada brasileiro investe em média apenas US$ 9,00. Muitos motivos políticos, econômicos e sociais contribuem para essa diferença entre ambos os povos. O fato é que o Brasil ocupa um modestíssimo 46º lugar no ranking mundial de recursos aplicados em seguros.